Clube de Assessores de Eventos Sociais apresenta as primeiras ações

junho 9, 2010

O CAES – Clube de Assessores de Eventos Sociais – comemorará um ano de fundação somente no segundo semestre deste ano, porém já tem bons motivos para festejar. Fundado em setembro passado, o Clube contabiliza mais de 30 empresas associadas, um número que não para de crescer, uma vez que os pedidos de adesão têm aumentado dia após dia. Além disso, hoje o CAES já conta com diferentes parceiros cadastrados, de decoradores a cabeleireiros. E para celebrar seu aniversário promete o 1º Congresso Anual de assessores de todo o país para outubro, cujo tema será “Em busca da excelência”.

Sentimos que o mercado estava carente desse tipo de clube. Precisávamos mostrar que esse é um segmento confiável e comprometido com a prestação de serviços que oferece. O Congresso será a confirmação desse trabalho”, explica Andreza Novais, presidente do CAES, destacando que “para o cliente, a existência do clube é mais uma garantia de que ele terá um trabalho qualificado e de acordo com suas expectativas”.

A filosofia do CAES é unir a classe de assessores de eventos, promover o intercâmbio de informações e valorizar o trabalho do assessor perante o mercado. Para tanto, o Clube organiza reuniões bimestrais para discutir os assuntos mais relevantes da área de eventos, como valores dos serviços prestados, pagamentos de mão-de-obra, definição de horário de trabalho, contratos etc. “Nosso objetivo é criar um manual de conduta, ou seja, uma espécie de ISO, para ser seguido pelos membros do clube, oferecendo assim oportunidades a todos”, destaca Andreza.

Com isso, o Clube pretende eliminar a barreira relacionada aos fornecedores. “Alguns deles, sejam buffets, fotógrafos, decoradores, igrejas não aceitam o nosso trabalho e nos colocam como rival. Queremos mostrar a estes profissionais que trabalhamos em parceria, sempre zelando pelo bom atendimento ao cliente”, diz a presidente.

E para se associar ao CAES não é preciso pagar. Basta enviar um pedido de adesão ao e-mail contato@clubedeassessores.com.br com referências de trabalhos e o clube analisará se concederá ou não a permissão para ingressar à comunidade. Não há limites de empresas associadas e o CAES pretende estender sua atuação para o interior de São Paulo e outros Estados. Mais informações podem ser obtidas em http://www.clubedeassessores.com.br ou pelos telefones (11) 4161-6408/ 9451-9721.

Sobre o CAES

Fundado em setembro de 2009, o CAES – Clube de Assessores de Eventos Sociais – tem como missão unir a classe de assessores de eventos para valorizar o trabalho e, sobretudo, garantir a qualidade dos serviços prestados. O CAES conta hoje com a participação de quase 30 assessores representando mais de 20 empresas atuantes no mercado de eventos sociais. Entre elas estão: 4 Estações Eventos, ABC Assessoria , Acontece Consultoria, ADC Eventos, Adriana Perez Assessoria, Beautiful Day, Casamento e detalhes, Celebrar Assessoria, Gamata Assessoria, Jah Eventos, Jane Alves Assessoria, Kriz Kruz Assessoria, Partie Eventos, Potencial Eventos, SOS noivos, entre outras. Sua diretoria é formada por cinco profissionais: Andreza Novais (presidente), Regiane Samartin (vice-presidente), Camila Schmidt, Adriana Perez e Maísa Tamberlini (diretoras). Mais informações podem ser obtidas por meio do site www.clubedeassessores.com.br ou pelos telefones (11) 4161-6408/ 9451-9721.

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Tatib no JC

maio 28, 2010

Leitoras, blogueiras e amigas (es, os), sei que estou super em falta, mas minha vida está mais enlouquecida do que nunca, não consigo parar um minuto pra escrever sobre meu assunto favorito que é casamento!!!!!!!!

Prometo que na próxima semana, quando o ritmo baixar, vou voltar com posts especiais para as noivinhas.

Quero aproveitar também para agradecer minhas colunistas que estão deixando o blog lá em cima, com suas colunas incríveis e que estão chamando a atenção do pessoal!!!!!!!!! Obrigada, meninas.

Mudando de assunto, no ano passado, eu e o Marido demos uma entrevista para uma amiga muito querida, Aninha, que trabalha no jornal de Rio Claro. Era sobre casamento, como cresceu o número de casais rumo ao altar. Claro que no meio desse número tem muito “oba, oba”, mas também tem gente afim de levar o casamento a sério. Enfim, confiram “nóis” na mídia:

http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/dia-a-dia/53204-ESTUDO:-IBGE-aponta-aumento-de-35-no-numero-de-casamentos-realizados-no-pais-na-ultima-decada

Bom final de semana pra vocês.

Tatib

Leitoras, blogueiras e amigas (es, os),

Paraíba: um Estado a ser desvendado

maio 27, 2010

Por Tatiana Vasques

Antes de começar essa coluna, preciso primeiro agradecer pelo retorno que venho recebendo. Os comentários são um estímulo para mim. Muito obrigada.

Já sobre o destino da vez, hoje vou falar sobre a Paraíba. Sei que pode parecer estranho, afinal, esse Estado ainda não tem grande apelo turístico e eu digo: por isso mesmo, ele é tão encantador e merece ser visitado.

Da mesma forma que o leitor, eu também nunca tinha pensado em ir para lá, porém duas coisas me estimularam: um casal de amigos conheceu o local e fez muitos elogios e, em segundo lugar, o preço é atrativo, pois como não há demanda, o valor é acessível. E, diante desses fatores e do fato de que, para mim, qualquer viagem vale a pena, basta saber aproveitá-la, eu e meu marido fizemos as malas e fomos para lá.


Ah, quantas surpresas! O Estado da Paraíba não tem muitas praias exuberantes, isso é verdade, mas por outro lado, tem um povo extremamente educado, limpo e acolhedor. Um exemplo: o hotel em que fiquei hospedada, o Tropical Tambau é o melhor de João Pessoa, fica na rua principal e, literalmente, é pé na areia. Assim, todas as noites, ficava fácil dar uma volta no calçadão da praia e aí foi meu encanto: o calçadão é MUITO limpo. Não vi nada igual em outras cidades praianas em que já estive presente.



Paralelo a tudo isso, o Estado é barato. Um rodízio bem caprichado de pratos de camarão custava em torno de R$ 20,00 quando eu fui no ano passado. E dava para comer até enjoar. Os barzinhos também tinham preços bons e as barracas na praia de dia e de noite não eram caras.

Falando em praias, como eu disse, João Pessoa mesmo não tem muitas para ficarem gravadas na memória, porém nas redondezas há duas que merecem destaque: a Praia Bela e Tambaba. Na realidade, a Praia Bela é uma mistura de lagoa de água doce com a água salgada do mar. Para chegar até ela, passamos por uma barraca rústica e uma ponte. A barraca coloca mesas e cadeiras dentro da água e é lá que você é servido. Pura mordomia!



Já a Praia de Tambaba é a primeira e a mais conhecida praia de naturismo do Brasil. De um lado, ela é repleta de rochas e você pode ficar vestido. Para conhecer o outro lado, é preciso subir uma escada e deixar as roupas em uma espécie de guarda-volumes com segurança e entrar. Algumas regras devem ser seguida: ninguém entra na praia de roupa e homem não pode entrar desacompanhado. Confesso que morri de vontade de sentir essa sensação de liberdade, mas meu marido não teve coragem, mesmo sabendo, na ocasião, que existiam apenas 5 casais na praia. Eu insisti muito e ele até disse para eu ir sozinha, mas aí não teria graça. Com quem eu ia comentar o que estava sentindo em estar em contato com a natureza do jeito que vim ao mundo? Resultado: não conheci a praia como um todo. Uma pena! Quem sabe um dia!?


O centro histórico também tem muita coisa a contar e é bem conservado. Há ainda um mercado de artesanato local com lojas variadas, baseadas principalmente em malhas com algodão colorido orgânico. Elas são lindas.

Porém, uma das coisas mais bonitas e emocionantes que vivi na Paraíba foi ver o por do sol na Praia do Jacaré. Na realidade, não é uma praia. É uma lagoa e todos se reúnem por volta das 17h para ver o sol se por. Quando isso começa a acontecer, um saxofonista de branco navega pela lagoa tocando o bolero de Ravel. É lindo demais e o bolero só termina quando o sol se põe. É muito emocionante. Diversas pessoas choram. Isso geralmente acontece às 18h e aí começa a tocar a Ave Maria. O original saxofonista é o Jurandyr do Sax, mas no dia que fui, era um outro. Ao todo são três que se revezam. Esse espetáculo é indescritível. É passeio obrigatório.



Mesmo com tudo isso, eu ainda acho que o Estado da Paraíba só não é mais visitado porque falta propaganda e porque as pessoas são preconceituosas, afinal Paraíba é o lugar de “mulher macho, sim senhor”, e ser “paraibano” parece ser algo pejorativo. Falo isso porque pude perceber que quando eu dizia para as pessoas que eu fui passar férias na Paraíba, a pergunta era: “você tem parentes por lá?”, como se o simples fato de querer desvendar esse Estado fosse algo incompreensível. Por isso, fica a dica: não escutem o que dizem por aí. O legal é descobrir sua própria viagem e curtir cada momento, independente do que dizem as convenções. E vambora viajar.


Falando em viagem, na semana que vem, é feriado na quinta-feira e por essa razão, essa coluna não será publicada, afinal, a colunista que vos fala precisa viajar mais. Kkkkkk

Um abraço e bom feriado!


Japão mistura tradição e modernidade nas cerimônias de casamento

maio 25, 2010

Por Tainá Hernandes

Para celebrar o mês das noivas, o jornal Bom Dia Brasil, da Globo, preparou um especial que será mostrado ao longo da semana sobre o casamento!
O primeiro episódio da série foi sobre os casamentos no Japão – que hoje estão cada vez mais parecidos com o nosso! Eu achei tudo lindo!
É uma mistura de modernidade e tradição! Com simbolismos lindos como: o presente, que tem que ser dinheiro e sempre com notas em quantidade ímpar para que o casal não se separe!
As roupas, apesar de diferentes do nosso tradicional vestido de noiva, são um luxo só!
E as noivas também ficam lindas! Confiram:


Vestidos de Noiva

maio 18, 2010

Por Tainá Hernandes

Gente, desculpe o sumiço!

Mas estou numa correria danada aqui.

Vocês sabiam que além das semanas de moda que acontecem ao redor do mundo existe, também, a Bridal Fashion Week?

Imaginem só! Uma Fashion Week interinha dedicada só às noivinhas! Tem cada modelo lindo…! E todos desenhados por renomados estilistas como Oscar de La Renta, Carolina Herrera e Vera Wang (uma das minhas estilistas favoritas!)

São vários modelos que podem servir de inspiração pra noivinha que quer arrasar no seu casamento!

Confiram!!!!!!!!!!!!!!!


Lembrem-se de escolher o modelo que fica melhor no seu corpo e também que combine com a cerimônia!
Nos posts anteriores tem várias dicas de como fazer isso!

É isso aí, garotas!

Arrasem no look!


Maravilha binacional: Cataratas do Iguaçu

maio 13, 2010

Por Tatiana Vasques

Hoje resolvi falar de um dos lugares mais bonitos que já visitei: as Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). Lá é possível sentir a presença de Deus e a força e a beleza da Natureza. E eu descobri isso quase que por acaso.

Tudo começou assim: eu e meu marido tínhamos saído de férias, mas não tínhamos planejado nada porque estávamos sem dinheiro e sem pique (uma vez que meu pai estava doente e eu não queria ficar longe por muito tempo). Conversa vai, conversa vem e eu perguntei: por que não vamos para Foz do Iguaçu? Fazemos um passeio de 4 dias, é barato e deve ser lindo. Meu marido já tinha ido uma vez quando criança e aceitou a ideia. Ligamos para a agência de turismo e em menos de uma semana, lá estávamos nós neste lugar lindíssimo. Não deu tempo nem de pesquisar o clima, programação, passeios, nada. Fomos com a cara e a coragem, tanto que erramos na roupa que levamos. Pensamos que ia fazer frio e fez muito calor.

Em Foz fizemos várias coisas, mas hoje vou focar em apenas uma delas: o passeio às Cataratas do Iguaçu que por ser tão belo, fizemos três vezes, de três maneiras distintas: na primeira visitamos o lado brasileiro das Cataratas, depois fomos para o lado argentino (por isso, ela é binacional) e por fim, fomos por bote até bem perto delas. Uhu, que frio na barriga!

Do lado brasileiro, você tem uma visão panorâmica total. Dá para ver todas as quedas d’ água. Quando fomos, o total de água em queda não era o máximo já obtido, mas também não estava seco. Para mim, estava adequado porque nunca vi quedas tão bonitas.

Do lado argentino, vamos até um pedaço de trenzinho e depois caminhamos por uma passarela. Dá para se molhar bem neste trecho, mas é refrescante (quando está calor). É deste lado que está a impressionante queda da “Garganta do Diabo”. Realmente é assustador, tamanha a força da água. Por outro lado, é de uma beleza ímpar. E por isso, eu prefiro o lado argentino (os brasileiros que me desculpem). Além dessa queda, há outras também divinas do lado hermano.


Por fim, o passeio que leva até as quedas e que dá medo. Tem dos dois lados, mas eu fiz do lado do nosso Brasil. No dia que fiz, o tempo estava chuvoso até eu voltar para a terra, mas depois abriu um grande sol. Para chegar até a espécie de bote que nos leva às quedas, é preciso andar em um veículo tipo 4X4 por uma floresta (que também vale pelo passeio), deixar suas coisas num local parecido com um acampamento e se aventurar. É bom ir de trajes de banho por baixo ou levar uma muda de roupa para trocar na volta porque molha e MUITO. Lá os guias te dão saco plástico para embalar as câmeras, mas mesmo assim, elas molham e quase não dá tempo de tirar foto porque o bote acompanha a correnteza e ela é brava, não deixando o bote parar. No dia que eu fui, devido à chuva, a correnteza estava muito forte e lá na água, eu só pensava: “O que eu estou fazendo aqui? Que medo!”, porém quando você chega bem perto das quedas, essa sensação vai embora. Você se sente bem pequenino embaixo daquela atração natural. É como se você estivesse chegando perto de Deus sem poder tocá-lo. Vale muito a pena.

Recomendo a todos visitar o Complexo das Cataratas do Iguaçu. É, sem dúvida, um passeio para ficar na memória. Não tem como não se apaixonar.


Rio de Janeiro: cidade maravilhosa

maio 6, 2010

Por Tatiana Vasques

Antes de iniciar essa coluna, eu relutei em escrever sobre a cidade do Rio de Janeiro. Isso porque ela já foi pauta de inúmeras revistas e matérias no Brasil e no mundo e eu poderia não ter nada de diferente a acrescentar. Por outro lado, pensei que mesmo que eu não tenha novidades para informar, ler sobre o Rio é sempre algo fascinante. Sendo assim, aqui está a minha coluna sobre esta cidade realmente MARAVILHOSA.

Eu já perdi as contas de quantas vezes estive no Rio, seja a trabalho ou a lazer, porém a cada vez que vou para lá, me encanto com alguma coisa que não tinha reparado na viagem anterior. As praias são belas: Copacabana, Barra da Tijuca, São Conrado, Leblon, Leme e Ipanema, a minha preferida, são apenas alguns conhecidos exemplos, porém há quem diga que a Prainha, no Recreio dos Bandeirantes, é sensacional. Esta eu ainda não vi, mas quero ir brevemente.


É claro que o Rio de Janeiro não vive só de praias e pode ser um passeio ainda mais romântico ao pés do Cristo Redentor, nos bondinhos do Pão de Açúcar, nos bares da Lapa ou observando o mar do Arpoador. Eu, particularmente, adoro dois lugares: o Jardim Botânico e a Lagoa Rodrigo de Freitas.

Estar em uma boa companhia, caminhando pela Lagoa ou por entre as ruas do Jardim, comendo uma pipoca ou tomando um sorvete, pode parecer piegas, mas é muito gostoso.

E para aqueles que curtem esportes radicais ou situações inusitadas, o Rio de Janeiro ainda oferece voos de asa delta, visitas monitoradas a favelas (com as melhores vistas da cidade) ou ensaios em quadras de escola de samba.


E é aí que está o diferencial do Rio de Janeiro: a cidade é democrática, onde cada casal ou pessoa pode curti-la como quiser e o melhor, gastando o quanto pode. Nas areias e calçadões de Copacabana, todas as classes sociais se encontram.


Por exemplo, com o dinheiro de apenas uma água de coco, é possível passar uma noite inteira, abraçado
ao seu amor, sentado, contemplando o mar, o famoso hotel Copacabana Palace e o vaivém de pessoas de diferentes nacionalidades. Por outro lado, se quiser, ir a restaurantes luxuosos, com vistas maravilhosas, isso também é possível.


Por fim, minha única ressalva quanto ao Rio de Janeiro (deixando de lado a violência anunciada exaustivamente) são as pizzas (e olha que, como boa paulistana que sou, disso eu entendo). A massa é muito ruim, a pizza portuguesa leva mais pimentão do que os outros ingredientes e a maioria dos cariocas coloca catchup sobre a pizza. Ai, isso não dá. Me desculpem se estou sendo sincera demais, mas aceito dicas de pizzaria no Rio de Janeiro onde a redonda seja gostosa. Mas, como gosto de ver as coisas pelo lado positivo, se as pizzarias não são boas, o melhor é pensar em uma comidinha diferente e sair da mesmice. Que acha “mermão”?