Nossa história de amor: Priscila e Leandro

abril 26, 2010

Por Priscila Moraes

Tudo começou no dia 16 de março de 2005. Já conhecia o Leandro hà algum tempo, mas nunca tinha olhado com “outros olhos” para ele e vice-e-versa. Mas, depois de um tempo, ele começou a me olhar de um jeito diferente e eu fiquei bem balançada.

Foi então que ele decidiu investir em mim, eu aceitei e começamos a namorar. Um ano depois estávamos super apaixonados e ele me pediu em casamento! Fiquei muito feliz e emocionada, pois foi uma surpresa!

Estávamos num shopping e de repente, na praça de alimentação, ele me mostrou o tão desejado par de alianças douradas! Foi lindo! No início de 2008, decidimos que nos casaríamos no final do ano. Foi tudo muito rápido e até um pouco sem planejamento, mas no final deu tudo certo.

Marcamos a data para o dia 29 de novembro de 2008 e então comecei a correr atrás dos preparativos. Como seria uma cerimônia simples, pedi a ajuda de uma amiga que foi a minha cerimonialista. Como não havia feito um planejamento a longo prazo, optei por me casar um uma unidade menor da igreja que frequento e fazer uma recepção servindo bolo com guaraná para os convidados e em seguida, iríamos para uma churrascaria.


Decidido todos os preparativos, vestido, local, flores, bolo, lembrancinhas etc, resolvi fazer um chá-de-cozinha e foi muito legal! Todas as minhas amigas participaram e também se aproveitaram da coitadinha da noiva né! Rsrsrsrs.

Enfim chegou o grande dia! Tudo saiu perfeitamente bem! Foi uma cerimônia muito emocionante e feliz! Apesar de não estar me sentindo muito bem (estava com suspeita de dengue), foi o dia mais feliz da minha vida! Nossa história de amor teve muitos altos e baixos e enfrentamos muitos obstáculos para ficarmos juntos. Porém, isso fortaleceu ainda mais nossa relação.


Hoje estamos casados há 1 ano e 5 meses e felizes da vida! Não imagino um minuto da minha vida sem o Leandro! Que Deus sempre abençoe a nossa união!


De meu amigo predileto ao amor da minha vida

abril 19, 2010

Por Livia Milani

Ele era meu colega de escola, foi chegando, chegando, virou meu amigo… Meu amigo predileto… Virou (ou sempre foi?) o amor da minha vida… Namorado, noivo… Quer saber mais? Vou contar…

Comecei o colegial numa nova escola, era o ano de 1992; tudo novo, e logo no primeiro dia de aula eu o conheci. Seu nome? Alex.

Nossa amizade foi forte desde muito cedo, vivíamos juntos, trabalhos, estudos, brincadeiras, piadas, risos, muitos risos. Cada dia ficávamos mais próximos e não por acaso o Alex começou a investir para que namorássemos. Eu sempre fui muito tímida e suas investidas foram sem sucesso, digo sem sucesso por 1 ano e 2 meses, até que resolvi ceder às suas investidas.

Comecei a namorar. Como aquele namoro me fazia bem. Eu tinha apenas 15 anos, mas sabia o que era amar uma pessoa. Adorava seu beijo, seu carinho, seu sorriso, adorava conversar com ele… Adorava simplesmente ficar ao seu lado. Ele realmente me fazia bem.

Contudo, depois de 2 meses e meio, a pedido dele, nosso namoro chegou ao fim. Chorei muito, sofri como gente grande, mas não adiantava insistir. Ele quis curtir sua juventude, pediu “exílio” e eu tive que aceitar.

Um dia li: “Amo tudo que tenho, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí”.

Nunca mais o vi, fiquei assim por 7 anos. E um dia, por acaso (será?) fui trabalhar na mesma empresa que a dele. É… Mas as coisas não seriam fáceis. Eu namorava fazia 5 anos e ele também.

Voltamos a nos encontrar, ele virou meu amigo (de novo), virou meu melhor amigo (de novo), e quando me dei conta, mais uma vez, ele era o dono do meu coração. As dúvidas começaram a rondar minha cabeça. E se ele me largasse de novo? E se ele quisesse só uma aventura? E se? E se? Tantos medos!!! Não quis arriscar. Não trocaria o certo pelo duvidoso. A atitude dele foi outra, ele terminou o relacionamento que ele tinha e veio com toda força com suas investidas. Pegou pesado, jogou duro, com suas maiores e melhores cartas, investiu pesado, PESADO!!

Ai… Ai… Eu pensava… Teria forças para suportar? Aquele amor estava forte, me dominava. E o que ele queria (só ele?) aconteceu… Eu não suportei, não suportei os pedidos do meu coração. E depois de quase 3 anos, terminei meu namoro da época e corri, corri em sua direção. Eu sabia, meu coração dizia, que desta vez, seria para sempre.

Começamos a namorar (dia 17/05/2002). Aquilo tudo era real. De novo AQUELE sorriso. De novo AQUELE beijo. De novo sua presença perto de mim.

Estava feliz e não acreditava que minha felicidade poderia ser maior do que aquilo que eu estava vivendo. Mas eu estava enganada, meu coração ainda teria que suportar muita coisa. Muita coisa BOOOOOOA.

Não tinha pretensão de ficar noiva, achava quase uma bobeira. Mas como a gente muda de idéia, não é mesmo?

Era dia 24 de dezembro de 2004, havíamos comprado nosso tão sonhado apartamento, esperávamos a entrada do ano de 2005 para montarmos aquele que seria o nosso “ninho de amor”. O Alex chegou naquela véspera de Natal com a informação que eu devia, junto com minha família, ir ao nosso apartamento porque seus pais nos dariam um presente lá.

Foi o que fiz, reuni minha família e fomos ao meu apartamento. Chegando ao apê, me deparei com a cena que ficará para sempre guardada na minha memória e em meu coração.

Ao entrar pela sala, encontrei um ramalhete liiiiiindo de gérberas e junto dele um cartão com a solicitação que eu fosse ao quarto. Fomos todos, lá já estavam meus sogros, minha cunhada, e claro ELE, quando entrei pela porta do quarto encontrei mais um ramalhete de gérberas (minha flor predileta) e desta vez, no lugar do cartão, uma pequena caixinha. Ao abri-la, duas lindas e brilhantes alianças de noivado!!!!

Alex pegou a caixinha da minha mão, retirou cuidadosamente as alianças e pediu aos meus pais, minha mão em casamento. Foi lindo! Único!

Chorei de tanta emoção. Chorei de emoção por dias… Dá para imaginar?

Resolvemos que nos casaríamos numa cerimônia simples, apenas de civil, no dia 01/07/2006, mas faltando um mês para meu tão sonhado casamento, o Alex veio com um pedido. Pediu que casássemos, além do civil, no religioso também.

Entretanto não haveria mais tempo para que a cerimônia religiosa acontecesse. Marcamos, então, para o primeiro final de semana do mês de julho do próximo ano. Sem pretensão alguma, acabamos marcando para o dia 07/07/07 nosso casamento religioso. Dizem os psicólogos que: A cada 7 anos, fecha-se um ciclo na vida de uma pessoa. 7, no alfabeto hebraico, corresponde à letra zain, que significa imaculado. 7 folhas tinha a carta de Pero Vaz de Caminha sobre o Brasil. Esses exemplos mostram que a sincronia dos números pode transmitir bons presságios.

Não sei se é verdade, mas acredito que seja. Os indícios dizem que esta data tem muito a ver com meu relacionamento e com meu amor, notem:

    * Alex e eu nascemos no ano de 1977. * Aguardei por 7 anos para rever o amor da minha vida.

    * Casei dia 07/07/07.

    * Moramos no apartamento 21 que é a soma de 7+7+7. Epa! Não errei não: 3 vezes 7. Sim, talvez a historia que eu tenha contado esteja faltando um “7”.

Esta “peça” falta apenas nesta história, porque na nossa história ela já existe. Esta pecinha chama-se Gustavo e por caso nasceu de 37 semanas, no dia 07 do mês de setembro de 2008.

Nasceu forte, lindo. A cara de quem? Segundo uma grande amiga, eu pedi tanto a Deus para poder ficar com o Alex em tempo integral que “Ele” resolveu mandar uma copia para eu poder usufruir da presença do Alex, mesmo quando ele não está presente.

O Gustavo é a cara do Alex. Para minha felicidade. Revejo seu sorriso duas vezes, seus carinhos- duas vezes…

Posso dizer: Dois amores e um só coração – o MEU. Meu coração pleno, realizado e mais feliz que nunca.

É muito bom morrer de amor e continuar vivendo”. (Mário Quintanda)

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No trabalho, amor à primeira vista

março 22, 2010

Por Cláudia Perogini

Nosso primeiro encontro foi em nosso local de trabalho. Eu nunca havia pensado que iria encontrar o amor da minha vida assim. Mas encontrei e foi amor à primeira vista.

Nossos olhos brilhavam, não conseguíamos parar de olhar um para o outro. Era uma felicidade inexplicável. Todos que por ali estavam notaram a admiração que tivemos um pelo outro, parece que já estávamos enxergando o nosso futuro.

Surgiram alguns comentários por parte de nossos colegas de trabalho (tudo muito discretamente, é claro), outros vieram nos dar conselhos e o Dênis, como sempre, não perdeu tempo. Foi logo me convidando para sair. Fiquei muito envergonhada, mas resolvi aceitar o convite.


Foi então que no dia 03/02/2004 fomos ao teatro. Isto foi apenas um pretexto, neste dia se iniciou o nosso namoro.

No total, foram quatro anos e dez meses de namoro e mais um ano de noivado. Foi ótimo, em todos estes anos fizemos muitos amigos em comum, realizamos muitos sonhos e a cada dia que se passava fomos percebendo que fomos feitos um para o outro.


Enfim, no dia 19/12/2009, realizamos o nosso maior sonho! Chegou o dia do nosso casamento!!! Nossa! Que maravilhoso! Nossos pais, irmãos, cunhados, parentes e amigos: todos ali reunidos para a celebração de nosso casamento.

Sensação inexplicável, só quem já viveu este dia sabe o que estou dizendo. Cada detalhe foi muito planejado e sonhado.

Agora ficam as lembranças e a vontade de conquistarmos outros sonhos, porém agora eternamente juntos e com a benção de Deus!!


De jornaleiro e jornalista a marido e mulher…

março 18, 2010

Por Bárbara Beraquet

Aos 17 anos, eu não achava, eu tinha certeza de que o mundo era meu. E era mesmo! Via um desfile de possibilidades a minha frente. Ainda no colegial, preparando-me para o vestibular, fui com algumas amigas para um simulado no Campus I na PUC-Campinas. Respondi as questões sem muita vontade, para ser sincera, por que, nesta altura, já me sentia preparada para as “provas de verdade”. Foi ao sair da prova que a coisa ficou interessante rsss Bati os olhos nele, descendo as escadarias, e vi toda nossa vida juntos. Quando um encontro de almas acontece, sentimos, de imediato. Ou é, ou não é.

Fui até ele com uma pergunta boba sobre a prova e começamos a conversar. Nos reunimos a alguns amigos em comum, nos pés da escadaria, mas parecia que só existíamos nós dois – parecia que havíamos nos conhecido por toda a vida. Não queríamos mais ficar longe um do outro.

Daquele momento até o começo de namoro, foram alguns meses de conversa sentados numa banca de jornais, onde ele trabalhava. Sob o pretexto de comprar pães na padaria que ficava atrás da banca, eu o visitava sempre que podia. Mais tarde, ele me revelou que imaginava que o motivo para eu ir tão longe da minha casa, só para comprar pães no Balão do Kennedy, era gostar muito do pão francês de lá. Demorou para ele entender que eu gostava muito era dele!

Foram oito anos de namoro, com algumas interrupções, dúvidas, desistências, mas sem vítimas fatais – todos se salvaram no final – e quatro anos de casados, em que dá vontade de sair correndo, de tempos em tempos, mas anos muito abençoados.

Crescemos juntos, passamos juntos pelo fim da adolescência e início da vida adulta. Nossos corpos mudaram, nossas formas de pensar e agir em muitas situações. A banca de jornal foi demolida e deu lugar a um estacionamento. Ele deixou de ser jornaleiro e eu me tornei jornalista. Com o tempo, ficamos mais ponderados, mais seguros e assertivos; perdemos, juntos, os receios daquele futuro “que nunca chega”.

Falo, sem medo, que o dia do casamento não foi o dia mais feliz da minha vida. Foi um dia feliz, sim, em que se reuniram amigos e famílias, em que comemoramos, com eles, a nova família que se formou; mas os dias mais felizes, esses são feitos na calma da vida a dois, quando estamos juntos, sem pretensões, preparando um jantar gostoso e papeando na cozinha.

Nos casamos num domingo muito quente de novembro, com um almoço que me disseram ser delicioso; não sei, por que não comi. Bastava eu dar uma garfada, chegava algum parente ou amigo para me felicitar. E as garfadas nunca chegaram à boca. Talvez, por isso, eu tenha desenvolvido uma estranha fascinação/ fixação por comidas de casamento. Um amigo ofereceu, como presente, a sua música, e, assim, cercados de carinho e familiaridade, entramos, eu e Fernando, para confirmar o nosso “sim”, ao som de “Dia Branco”. Não me preocupei em ter uma festa perfeita, por que a vida não é. Aceitar que aquele momento fosse bom, apesar dos pequenos detalhes que sempre escapam, fez com que eu me divertisse muito mais.

Costumo brincar que leva um tempo para “se conformar” com o casamento, por que, com ele, morrem muitos sonhos. Outros, nascem a partir dele. Assim é assumir a vida a dois, consciente de que não existem escolhas sem renúncias. Mais satisfatório do que a paixão do começo – e não que a paixão deixe de existir– é o cuidado que um tem pelo outro. E, assim, aquela vida que vi, quando encontrei os olhos dele pela primeira vez, vem acontecendo.

Agora, chegando aos trinta anos, consigo enxergar meu marido com a compaixão e delicadeza necessárias para que a felicidade seja nossa, e parta de nós para quem nos cerca. Percebo que para ele também é assim. Por que, se estarmos juntos não despertar o melhor de nós, então nada faz sentido! Existe um amor maior do que todos nós e um amor maior em cada um de nós, pronto a se doar, mesmo diante da mesquinhez do nosso mundo.


Dia Branco

Composição: Geraldo Azevedo/ Renato Rocha

Se você vier
Pro que der e vier
Comigo…

Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva…

Se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar…

Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto
Esse canto de amor
Oh! oh! oh…

Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo

Se você vier
Pro que der e vier
Comigo…

Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva…
Se a chuva cair

Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar…

E nesse dia branco
Se branco ele for
Esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor…

Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo

Comigo, comigo.


1 ano de TatiB-log

outubro 21, 2009

Parabénssssss!!!!!!!
Pessoal, esse mês estamos fazendo um ano de blog. Iuhuuuuuu!!! Passou rápido, né? E claro, eu preprarei uma pequena retrospectiva sobre o TatiB-log.

2009, 2008…tunel

Ele surgiu na brincadeira, eu não parava de falar sobre meu casamento, queria compartilhar cada momento e tirar as dúvidas com outras noivas que estivessem passando pelo mesmo momento que eu. No começo foi difícil manter o blog atualizado, aliás, ainda é, mas já melhorou um pouco. Consigo escrever com bem mais frequência e hoje, principalmente, não compartilho cada detalhe desse momento — que para mim é muito especial, só com noivas, mas também com amigos – de perto, de longe, com a família e até, com desconhecidos. E isso é bom demais. Você faz amizade e percebe a magia da felicidade dos outros.

É muito legal você ler alguma coisa especial mesmo se for de alguém que você nem conhece. Porque aí, você começa a entender e gostar, mesmo sem conhecer. E no final, de tanto lermos as coisas dos outros, acabamos, de uma maneira ou de outra, conhecendo! E é exatamente isso que me encanta nos blogs.

Resumindo, tem sido maravilhoso compartilhar esses momentos com todos vocês, inclusive, eu me aproximei e conheci, de verdade, pessoas que antes eu tinha pouco contato.

bexigaTodo mundo me pergunta se o blog vai terminar depois de dezembro e eu já adianto, não vai não!

Depois do casamento, vai ter a vida de casada, vou ter mil coisas para escrever, aliás, o pessoal que gostou das receitas publicadas vão ler sobre isso muito mais em 2010, afinal, eu vou começar a cozinhar!!!! É, o Noivo que se cuide, ele vai ter que provar tudo e ainda dizer, que delícia! Rsrsrs.

Depois, vou escrever sobre os filhos — sim, eu sou planejada e acredito que venham uns três por aí, rs. E quem sabe, quando eu tiver velhinha e cansada, eu passo o posto para os herdeiros 🙂

Bom, nesse um ano de TatiB-log eu falei de tudo um pouco, da minha futura casa, da “quase” antiga, da família, padrinhos, madrinhas, daminhas, pajen, amigos, fornecedores – e haja fornecedores, falei de Deus – que é a base e sustentação de qualquer relacionamento, falei até do meu trabalho, dos panes no sistema – e haja panes, rs! A gente compartilhou lindas histórias das minhas amigas queridas na editoria “Amigas de Honra”, degustamos as receitas das noivinhas, e claro, demos boas risadas.

Nesse um ano também muitas pessoas me ajudaram, minha família – minha mãe sempre me deixa recado — lindos, por sinal, os amigos – Pri Moraes foi a recordista de recados – valeu, amiga!, e os desconhecidos que me deram apoio, sempre me escreveram. Até os homens que não são tão chegados no assunto deixaram suas marcas, rsrs, e por último, na lista de fornecedores o maior apoio foi da minha xará Tatiana Vasques, da Acontece Consultoria e Assessoria de Eventos. Além de ajudar com a organização do casamento, ela ajudou as noivinhas no SOS Cerimonial, deu dicas de matérias para eu escrever e claro, ajudou na divulgação do TatiB-log.

Obrigada, pessoal! E que a gente esteja juntos aqui, novamente, em 31 de outubro (aniversário do TatiB-log) de 2010 comemorando mais um ano. Enquanto isso, não deixem de acessar, comentar e divulgar o TatiB-log.

Até mais,

Tatib


Nossa história: Simone e Emerson

setembro 11, 2009

Por Simone Delgado

Era uma vez…uma princesa e um príncipe que se conheceram através de um amigo em comum, chamado Léo, mais precisamente no dia 18 de agosto de 1990, em um barzinho chamado Orangotango, na linda cidade de Vinhedo!

Nessa noite o príncipe sentou-se ao lado da princesa, se serviram de coca-cola e batata-frita (petisco preferido do príncipe) e ficaram conversando a noite toda sobre diversos assuntos. Assim, o príncipe e a princesa se apaixonaram, mas (como toda boa e bela história de amor), a princesa não acreditou que aquele lindo príncipe, do jeito que ela sempre sonhou estava mesmo apaixonado por ela. Sendo assim, naquele tempo, se tornaram apenas bons amigos!

Foram 5 anos de amizade, onde a princesa sempre ligava para o príncipe para lhe desejar feliz aniversário! Já o príncipe, sempre passava no colégio ou no trabalho da princesa para lhe oferecer uma carona, convidar para dar uma volta e bater papo. A princesa sempre se lembrava dele e muitos fatos inusitados tornavam realidade novos encontros e novas surpresas.

Como a princesa sempre lembrava do aniversário do príncipe (25/4), no ano de 1995, mais uma vez a princesa ligou para lhe desejar feliz aniversário! Como todos os anos, ele não estava em casa e sempre tinha que deixar recado com a mãe do príncipe!

Após 3 meses do aniversário, em uma bela noite de férias da princesa, o telefone toca na casa dela e por surpresa geral: era o príncipe! Acreditam, o príncipe ligou para agradecer os votos de feliz aniversário três meses depois! Rsrsrsr. E, para alegria da princesa, eles marcaram um encontro para colocar o papo em dia até o final das férias.

Na última semana de férias a princesa cansada de aguardar o príncipe ligar, tomou coragem e ligou para o príncipe, afim de marcarem o encontro! Isso aconteceu em 26 de julho de 1995 e como uma bom príncipe, ele estava assisitindo futebol…

Bem, marcamos o grande encontro para 28 de julho de 1995! Finalmente, o grande dia! Era o último dia de estágio da princesa na empresa Carborundum (atual Saint Gobain). É, a princesa estava mudando de trabalho!!! Nesse dia, a princesa que trabalhava com a amiga de infância Alêzinha, comentou que a vida dela iria mudar a partir daquele dia! Rsrsrs.

A noite, a princesa ficou aguardando o príncipe buscá-la em casa, após as aulas de reposição que ele iria dar – o príncipe era professor naquela época. Quando foi lá pelas 22h30, o príncipe chegou! E olha que nesse dia nem tia Nereide reclamou que a princesa iria sair naquele horário, com uma pessoa que ela só conhecia de ouvir!!!! Perfect!

Lá fomos nós para outro barzinho, agora mais calminho. Naquela semana, a princesa foi pesquisar na cidade qual barzinho seria mais propício para se encontrarem. O escolhido chamava Piu Bella. Fomos para lá e advinha o que o príncipe pediu para petiscar? É, foi batata-frita! Mas, a bebida (como a princesa já tinha na época 22 anos) foi Kaiser Bock……. ôôô Kaiser Bock!!!!

Ficamos até às três da manhã batendo papo! E daquele dia em diante, não nos desgrudamos mais. A música que o príncipe escolheu para a princesa, declarando seu amor foi Pretty Woman e a princesa, dessa vez, acreditou que podia ser feliz. Foram quatro anos de namoro, quando em 1999 nos casamos! A cerimônia foi maravilhosa. Tudo perfeito!

Estamos juntos há 14 anos, sendo 10 de casados, que por sinal, serão comemorados esse mês. Na verdade, já começamos a comemoração viajando no último final de semana para Serras Gaúchas!

E essa é a nossa linda e eterna história de amor! Passamos por muitos desafios juntos, que fizeram nosso amor crescer ainda mais. O que podemos dizer aos jovens queridos amigos noivos: valeu a pena cada momento que passamos juntos e com certeza aqueles que estão por vir! E nunca se esqueçam da promessa que farão diante do altar: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença…TODOS OS DIAS DE NOSSAS VIDAS!

Que Deus ilumine suas vidas!

Bjs,

Mone e Emerson

Por Simone Delgado


Amor à primeira vista existe

junho 7, 2009

Por Tatiana Vasques

Meu amor pelo Eduardo foi à primeira vista. Dizem que nós escutamos “sinos” quando encontramos a pessoa certa e foi exatamente isso que aconteceu. Eu estava no casamento da secretária da escola de idiomas em que eu lecionava e nem sabia que ele, como aluno, seria convidado, porém eles eram amigos e ele foi. Quando eu o vi, escutei os tais “sininhos”. Não sei, porém algo diferente aconteceu: eu só conseguia olhar para ele e pensar nele e a recíproca parecia verdadeira. Não trocamos nenhuma palavra, mas ficamos lado a lado (eu estava de salto e ele hoje me diz que só ficava pensando assim: “não vai dar, ela é muito grande para mim” – risos). Só sei que quando ele foi embora, o casamento perdeu a graça. Quis ir embora no momento seguinte.

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Depois nos encontramos na escola, porém ele não era meu aluno. Que pena! Ficávamos apenas nos olhares. No final do ano, teve a festa de encerramento e lá estava ele de novo. Lindo!! Trocamos olhares e ele disse que ia me convidar para me levar embora para casa, porém uma outra pessoa fez isso e eu disse “não”. Ele ficou com medo de levar a mesma resposta. Mal sabia ele que tinha dito isso porque estava esperando o convite dele, porém isso não aconteceu e o ano terminou.

Quando as aulas recomeçaram, em fevereiro, tive a felicidade de saber que daria aulas de inglês a ele. No começo, ficávamos apenas nos olhando até que eu soube que ele tinha feito uma aposta com outro aluno da sala sobre quem ficaria comigo primeiro. Quando soube disso, me irritei e fui tirar satisfações. Saímos para conversar, ele “esclareceu tudo” (até hoje não sei direito se a aposta aconteceu mesmo), porém não ficamos.

A partir daí, ele começou a me chamar para sair e exatamente no dia em que completaria um ano que eu tinha me separado do meu antigo relacionamento, começamos a namorar (21/03/99) e tudo aconteceu de forma mágica e engraçada porque antes mesmo dele me beijar, ele perguntou se eu queria namorá-lo (a tal secretária do casamento disse que eu era muito séria – risos de novo). Como eu nunca tinha ouvido essa frase antes, caí na gargalhada e respondi: “como posso saber se nem nos beijamos” e aí tudo começou. Namoramos por pouco mais de seis anos, noivamos por alguns meses e estamos casados há mais de 3 anos, ou seja, são 10 anos juntos.

Hoje agradeço a Deus por tê-lo colocado na minha vida. Apesar de desentendimentos de vez em quando (que todo casal tem) sou mais do que feliz com ele. O Edu já me ajudou e ainda me ajuda nos momentos mais difíceis e sem ele, minha vida certamente não teria tanta graça. Deixo aqui registrado que o AMO muito e por todo o SEMPRE.

Bê, obrigada por ter me dado essa oportunidade de declarar meu amor por meu marido.

Taty (06/06/09)